quinta-feira, 14 de maio de 2009

O JANTAR ANUAL DO OQUEI DO CDUP

Como vem sendo tradicional, realizou-se, no dia 20 de Março, mais um jantar de confraternização dos oquistas do CDUP, que,ao longo das várias gerações, por lá foram passando.

Este ano, para além da presença daqueles que, desde o primeiro dia comparecem, vindos de Coimbra, São João da Madeira, e Vila Real, tivemos o gosto de poder contar com mais um dos “Fundadores”, o nosso grande Amigo, Arq. Manuel Sepùlveda, e vindo do outro extremo, no tempo, o Dr. Fernando Moreira, que fez parte da equipa dos “meus meninos”, - como lhe passaram a chamar, pois peguei neles com 13 anos, como Juvenis, e deixei-os, com 18 anos, na equipa de seniores -. Entre estes dois antigos oquistas que, curiosamente, ficaram lado a lado, na mesa do jantar, há uma diferença de 40 anos (!) e foi, para mim, um deleite, ver como mantiveram, durante todo o jantar, um diálogo vivo e permanente. É este o espírito que se respira nestas nossas confraternizações,

Também tivemos a alegria de rever outros, das gerações intermédias, e que ainda não tinha sido possível captar, como o Dr. Alberto Trancoso, o Mário de Almeida, o Amado Marques, o Dr. Carlos Paupério e o Eng. Aurélio Tavares. E de uma geração, que se seguiu e misturou com a dos “Fundadores”, também nos deram o grato prazer de os revermos, o Arq. Vasco Jorge Cunha, o Dr. Agostinho Vasques de Carvalho, – (que para todos nós sempre foi o “Cucas”) – e o Joaquim Cardoso da Silva, irmão do Alfredo Cardoso da Silva, que, desde a primeira hora comparece e, juntamente com o Luis Salvador, ajudam o Carvalho e Castro a organizar estes eventos.

É o momento propício para agradecer ao Carvalho e Castro, – que é a alma, daquilo a que eu designei como “Nós os do oquei do CDUP "–, toda a dedicação que tem posto na manutenção dos laços de Amizade que nos unem a todos e que, estes jantares, serão apenas a parte mais visível.

Fernando Ranito

sábado, 22 de novembro de 2008

MERECIDA HOMENAGEM

O Cientista, Senhor Professor Doutor José Luis Fontes da Costa Lima
O José Lima, do oquei do CDUP

UMA NOTÍCIA QUE ENGRANDECE ESTE BLOGUE

O SR. PROFESSOR DR JOSÉ LUIZ FONTES DA COSTA LIMA foi agraciado com o FIA HONOR AWARD FOR SCIENCE, pela Associação Japonesa de Flow Injection analysis.
A cerimónia da entrega do prémio, decorreu durante a 15º Conference on Flow Injection Analysis and Related Techniques, que decorreu em Nagoya, no Japão, de 28/9 pp. a 3/10pp.

Este laureado cientista é, nem mais, nem menos, do que Zé Lima, que foi, durante tantos anos, nosso companheiro nas lides oquista do CDUP, para além de ser, também, um brilhante jogador de Ténis de Mesa, igualmente no CDUP. E é um actual comensal dos nossos Jantares de confraternização!

Como redactor de serviço, daqui lhe envio o nosso colectivo apreço, dizendo-lhe quanto nos valoriza o tê-lo como um dos nossos.

Que, individualmente lhe apresentem os parabéns, caros ex-oquistas!

Senhor Professor: nós ficamos à espera de mais; nem que seja o Nobel de Química!

sábado, 8 de novembro de 2008

Época de 1968


Uma imagem vale mil
palavras
(Confùcio - 551-479 a.c.)


VIGO - A equipa do CDUP com o Chefe de Secção e o Treinador

VIGO - O almoço de confraternização

com o Sr. Dr Jayme Rios de Sousa

Vigo - O Capeão da Galiza e o CDUP


Não houve saída de jogadores e recebemos o Alfredo Silva, que veio do Boavista. Deste modo foi possível, de modo quase inédito, fazer duas épocas seguidas com a mesma equipa. O que veio a dar os naturais frutos,

E, para a história, aqui ficam os nomes do grupo humano: Nunes e eu (Carvalho e Castro), como guarda-redes, e como jogadores de campo, o Rui Santos, o Carlos Fontes, o Luís Salvador, o Alfredo Pires, o Mário Montes, e o José Luís Lima. Quando necessário, ainda jogavam o Alfredo Silva e o Mário Almeida. No torneio de Abertura, os dois guarda-redes, foram alternando, e durante o Campeonato, jogou sempre o Nunes.

Fizemos uma época brilhante, tendo ganho o Campeonato Regional da II Divisão, apenas com uma derrota! Como o segundo classificado, o Águias, também fez uma época muito boa, chegámos à última jornada com a necessidade de ganhar, pois o Águias jogava no seu ringue com um adversário notoriamente mais fraco, ao qual ganharia fàcilmente. Nós íamos jogar a Cucujães, um ringue sempre muito difícil.

Foi um jogo emocionante, com sucessivas alternâncias do marcador. Quando faltavam três minutos para acabar o jogo, com Pires a descansar e acalmar, o Montes e o José Luís Lima, conseguiram um novo empate, agora 3x3. Foi o momento de entrar o artilheiro-mór, Alfredo Pires, para tentar dar a volta ao jogo. E assim foi; poucos instantes depois de ter entrado, recebeu uma bola da nossa defesa, ainda no nosso meio campo e, – coisa rara! -, de primeira deu ao Montes que, - coisa ainda mais rara! -, voltou a dar, também de primeira, ao Pires que recebeu a bola à entrada da área adversária e,igualmente de primeira, - e isso já não era coisa rara… -, rematou para a baliza e fez o 4x3 final e a vitória na Campeonato! Foi uma jogada “de primeira” em todos os sentidos. Foi, realmente, memorável! Imagine-se a emoção geral e tudo quanto foi vivido naquela noite em Cucujãs!

E, no entanto, que fique registada esta ironia: quando chegámos ao Porto, tivemos conhecimento, no meio dos festejos, que o Águias, contra todas as previsões, perdera em casa, o que queria dizer que nós, mesmo que tivéssemos perdido, teríamos ficados na mesma campeões…. Mas soube muito melhor acabar em grande.

Nesse ano tivemos mais uma ida à Galiza, onde jogámos, em Vigo, com o campeão Regional, de seu nome, EL TRAVIESSAS, num ringue situado num dos topos do Estádio do Celta de Vigo.

Na continuidade das boas exibições, arrasámos o nosso adversário por 11x4! Curiosamente, no dia 11 do quatro.
O Sr. Dr. Jayme Rios de Sousa ofereceu-nos um almoço com todos os requintes, num restaurante chamado “El Castaño”, dando-nos a possibilidade de, aos brindes, lhe agradecermos o passeio e de o fazermos, não só através das minhas palavras, como Chefe de Secção, mas também através da oferta de uma lembrança que tínhamos adquirido durante os nossos passeios pelas “calles” de Vigo. Foi um fecho de jornada muito apropriado, culminando, assim, uns dias de agradável convívio.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

ÉPOCA DE 1967

A uma época muito negativa, pelas razões apontadas, seguiu-se uma outra em que a situação se inverteu. Na verdade, e aproveitando o facto de o Pavilhão do Hóquei Clube dos Carvalhos ter sido alugado para a disputas dos campeonatos Universitários, conseguimos, aproveitando as datas livres, ter, pela primeira vez, um período regular de treinos, nos meses invernosos de Janeiro a Março, não só se reorganizando tacticamente a equipa, após a “desarrumação” do ano anterior, como criar um ritmo e um estilo capazes de potencializar as capacidades individuais de um grupo de jovens que, durante alguns anos, viria a ser a base da equipa de seniores do CDUP. Se há a considerar a saída definitiva do Alberto Trancoso, terminada a sua licenciatura em medicina e absorvido por novas responsabilidades pessoais, o facto do ingresso, na época anterior, do José Nunes, para o lugar de guarda redes, que o A. Trancoso desempenhava, permitiu a compensação necessária. O Nunes e eu, (Carvalho e Castro), fomo-nos revezando na baliza ao longo de toda a época, enquanto o regresso do Carlos Fontes do serviço militar veio trazer maturidade a uma equipa em que começavam a despontar, o Mário Montes, o Alfredo Pires e o José Lima, enquadrados pela “jovem veterania” do Jorge Pereira e dos Luís Salvador.

No Torneio de Abertura, que começou a 7 de Abril, fomos incluídos, como habitualmente e por uma questão mais ou menos geográfica, numa série em que só havia um Clube da II Divisão, nela pontificando as melhores equipas da I Divisão do Distrito do Porto. Pouco pudemos fazer, se não rodar, dando sempre uma luta que os melhores, decerto, não esperavam.

Finalmente, começámos a treinar no nosso novo ringue, no Estádio Universitário, no dia 12 de Maio, preparando-nos para o Campeonato Regional de II Divisão, que veio a ter o seu início em 21 de Junho. Foi um Campeonato muito disputado e que só veio a decidir-se no último jogo entre o Águias e o CDUP, no ringue do primeiro. Ganhou o Águias como podíamos ter ganho nós, não só referindo o tal jogo decisivo, mas também todos os que constituíram o Campeonato.

A seguir fizemos os jogos de pqssagem, com o penúltimo classificado do Campeonato da I Divisão. No primeiro encontro, ganhámos por 4x3 e no segundo perdemos por 1x3, num jogo com uma arbitragem muio esquisita
que nos prejudicou de modo flagrante. Um assunto que deu muito que falar...

No dia 8 de Dezembro fizemos o nosso habitual "Festival de Encerramento", com um jogo entre "Novos" e Velhos" e um jantar de confraternização. Aqui fica a constituição das equipas: "Velhos" - Carvalho e Castro, José Abreu, Jorge Pereira, Carlos Fontes e Fernando Ranito; "Novos": José Nunes, Rui Santos, José Lima, Alfredo Pires e Mário Montes. Como habitualmente, - e vá-se lá saber porquê... -, venceram os "Velhos"!!!

Do Relatório do Treinados, Fernando Ranito, transcrevo o seguinte passo:

“Fica-nos a consolação de termos conseguido criar uma equipa e um estilo de jogo. Parece que, pela primeira vez desde que treinamos as equipas de oquei em patins do CDUP, vamos, finalmente, conseguir fazer duas épocas seguidas com os mesmos jogadores….A ser assim, estamos certos que a próxima época será ainda melhor do que aquela que está a terminar.”

Como curiosidade acrescentarei uns números, também retirados do referido Relatório: fizemos 35 treinos e 17 jogos, sendo de salientar que os oito jogadores mais utilizados, tiveram um nível de comparência aos treinos, da ordem dos 80%. Também de destacar um outro facto: marcámos, – no Torneio de Abertura e no Campeonato –, 78 golos, tendo, o Mário Montes, “gulosamente”, convertido 33 !


Carvalho e Castro
Festa de Despedida do Carlos Pinto
Machado
Grupo dos "Casados".Lº plano: Jorge Pereira
Carvalho e Castro e Pinto Machado;2ºplano:
José Abreu, Fernando Ranito e José Nunes
como Árbitro...

EPOCA DE 1966


A partir de 18 de Abril, ficámos sem ringue, facto decorrente do início das obras para a construção do Pavilhão Polivalente que iria enriquecer o Estádio Universitário do Porto.
Passámos a utilizar, para treinos e para jogos, o ringue do Boavista Futebol Clube, com todas as dificuldades inerentes: dificuldade em conjugar a ocupação do ringue, com as equipas do Clube proprietário e dificuldades técnicas de adaptação ao um ringue pequeno, com uma área igual a 56,25% da área do nosso ringue… De 40x20 Mts passámos para 30X15 Mts…Foi, por essa razão, uma época negativa, no que diz respeito, não só aos resultados apurados, como à “desarrumação” que a equipa sofreu, como seria de esperar.

No Torneiro de Abertura ficámos numa série com os seguintes adversários: Infante de Sagres, Futebol Clube do Porto, Sanjoanense, Águias do Porto, União de Paredes, Cucujães e Educação Física da Senhora da Hora. Os resultados foram maus, com uma única e memorável excepção: surpreendentemente, empatámos com o Futebol Clube do Porto a dois golos! Acabámos em 6º lugar, o que é realmente muito mau.

Entretanto houve duas saídas de relevante importância: o Carlos Pinto Machado foi viver para Luanda e o José Abreu foi colocado no Liceu de Portalegre. Se considerarmos que o Carlos Fontes e o Luís Salvador continuavam na tropa, constatamos, que, do grupo que iniciou a segunda fase do Oquei no CDUP, só se mantinha em actividade o Jorge Pereira.
Mas entraram três novos jogadores, que vieram a ter uma presença muito marcante nos anos seguintes: O José Luiz da Costa Lima, o Alfredo Pires e o José Nunes, este vindo do SNECI de Lourenço Marques.

No Campeonato Distrital da II Divisão, entre seis equipas, ficámos num triste terceiro lugar. Apesar de termos 15 jogadores de seniores inscritos, pela já várias vezes referida da razão de o Campeonato decorrer durante o período das férias escolares, houve jogos em que eu (Carvalho e Castro) tive de jogar como jogador de campo, tal era a penúria de jogadores disponíveis…

Porque foi um acontecimento marcante, vale a pena lembrar a Festa de despedida que fizemos ao Carlos Pinto Machado. Foi no dia 28 de Maio. Começou com um jogo entre “Solteiros” e Casados”. Depois fomos todos jantar, tendo oferecido ao Carlos uma placa em prata com a assinatura gravada de todos nós. Foi uma cerimónia bonita e aqui ficam os nomes dos participantes: José Nunes, Alberto Trancoso, Eu, José Lima, Alfredo Pires, Mário Montes, Luís Salvador, Carlos Fontes (estes dois últimos milagrosamente vindos da tropa), Rui Santos Artur Delmar e Fernando Ranito. De uma época para esquecer, ficou a memória deste convívio.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Época de 1965

Corunha
24/4/1965; a " internacionalização" da equipa


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Época de 1965

No Torneio de Abertura fomos eliminados pelo Boavista por 7-8, apresentando esta equipa:
Guarda-redes: 1ª parte Igrejas de Bastos; na 2ª parte: Carvalho e Castro
Jogadores de campo: Mário Almeida, César, Pinto Machado e Mário Montes.

Campeonato Nacional da 2ª Divisão
Fase Distrital - Ficámos apurados para a Fase de Zonas, tendo ficado em segundo lugar na nossa série que era composta pelos seguintes
Clubes:Vilanovense, CDUP,Paredes,Águias do Porto, e Boavista. A Equipa-Base foi a seguinte: Carvalho e Castro (GR), Jorge Pereira, César Gomes, Mário Montes, Pinto Machado, Pedro Cameira Mário Almeida e Alberto Trancoso (GR) (Por se ter lesionado, o Alberto Trancoso só jogou um jogo, nesta fase).
Para a Fase Final apuraram-se o CDUP e o Vilanovense, da nossa série, e o Candal e o Cocujães, da outra. A estes quatro , juntaram-se o Vizela e o Minas da Panasqueira. Acabámos por ficar em 4º Lugar com uma justificação muito simples: para lá das habituais dificuldades próprias da época de exames, o Carlos Tavares Fernandes, que terminara o Curso de Engenharia, deixou de jogar e o Carlos Fontes e o Luis Salvador estavam a prestar o Serviço Militar. Daí esta curiosidade: não repetimos a mesma formação nenhuma vez! E há ainda a resgistar a subida do Rui Santos, dos juniores.
Os problemas eram tantos que eu, (Carvalho e Castro), joguei três vezes a Guarda Redes titular e seis como jogador de campo!!! Entrou para Guarda Redes suplente o irmão do Mário Montes, o Francisco Montes, que, com toda a boa vontade, jogava onde fôsse preciso...

Para lá das dificuldades atraz referidas,este foi o primeiro ano em que se tornou possível criar, de modo mais estável, uma secção de júniores, com um numeroso lote de jogadores. Esperava-se que deste facto resultasse a compensação das saídas de alguns jogadores que tinham sido a base da equipa de Séniores, nos últimos 6/7 anos e que iam terminando os seus cursos e abandonando a prática da modalidade, e ainda das baixas prolongadas decorrentes do Serviço Militar. O que só parcialmente veio a suceder, pois, dos jovens que se conseguiram captar, só um reduzido número mostrou dedicação e interesse pelos treinos, dificultando a sua normal progressão desportiva e tornando aleatória qualquer previsão, mesmo a curto prazo, quanto à formação de uma equipa base. Apesar disso, não há dúvidaa que se iniciou a nova era que se esperava, com a entrada de um treinador diplomado.

Neste ano há a registar um facto muito relevante: integrados numa excursão do Centro Universitário, e a convite do Sr. Prof. Jayme Rios de Sousa, Presidente da Direcção do CDUP, fomos à Corunha jogar com o Campeão da Zona Norte da 1ª Divisão espanhola, o Hoquei Clube de Santa Luzia. Perdemos por 2 a 0, num jogo bastante agradável e equilibrado, no qual merecíamos um resultado melhor. Mas foi uma jornada de confraternização em que tudo decorreu com muito boa diposição e sentido de camaradagem. Á ida, parámos e visitàmos, brevemente, Santiago de Compostela e, na Corunha , ainda houve tempo, para lá do jogo, para visitar aquela bonita cidade.




Carvalho e Castro

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

INTERLÚDIO...

Peço licença ao Carvalho e Castro para, aproveitando esta sua pausa, apresentar esta inovação técnológica do nosso Blogue: o SLIDE SHOW!
Trata-se de uma ferramente que irá permitir, a publicação de fotografias fixas, que já era possível, e a publicação simultânea, de conjuntos de fotografias que. determidados temas, justifiquem. Como vêm, as imagens correm por si, podendo-se, no entanto, colocando o rato sobre a foto, parà-las e andar para trás. É o melhor que se pôde arranjar...
Dado a explição "Técnica", passo a justificar o Show com que a apresento a novidade: um conjunto a que eu chamo, os nossos Heróis. Seria óptimo que o sistema permitisse uma legenda em cada fotografia, o que , neste caso, possibilitaria, identificar os "Heróis", o que, infelizmente, não é possível. Aliás, a minha tentativa gorada, de colocar os nomes, pode ser vista no meu Album Web PICASA, de que a seguir indico o Link;(convido-vos a ir lá ): http://picasaweb.google.com/ranito.fernando/OsNossosHerIsEm2008?authkey=gSqrDz9ZU0o
Assim, entendo dever listar os nomes de "os do oquei do CDUP", que fazem parte deste grupo de "Heróis". Porque haverá mais...
Aí ficam os nomes: António Alberto Carvalho e Castro, Dr.José Abreu, Telmo Pinto Basto, Carlos Fontes, Eng. Luis Salvador, Dr. Carlos Pinto Machado, Eng Jorge Pereira, Eng Carlos Tavares Fernandes, Eng. Álvaro Teixeira Bastos,Dr Adriano Pimenta, José Nunes, Dr. José Luis Costa Lima, Dr Carlos Alves, Dr Mário Montes e Fernando Rocha.
As fotografia, foram retiradas e trabalhadas a partir do meu Album, no meu PC.

Fernando Ranito